sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Pimball artesanal com material reciclado e spinners (uma ideia genial)




O vídeo acima, que recebi pelo WhatsApp (e desconheço a autoria) é uma ideia genial de construir um jogo tipo Pimball, totalmente artesanal, utilizando material reciclado, com pedaços de madeira, bolas de gude, chaves de fenda, tesoura, lápis, caneta, pedra de dominó, colher de plástico, copo de vidro, lata, spinners etc.
Transformar a ideia de um equipamento eletrônico em um jogo totalmente artesanal é simplesmente genial. Mostrar como é possível simular ambientes tão diversos, usando princípios lógicos, físicos, matemáticos...
Reciclar ideias e materiais, usar a criatividade e o humor. E o resultado é incrível.
Abaixo um vídeo de um Pimball tradicional, em sua versão eletrônica, que por décadas foi a febre dos chamados Fliperamas:



Medusas: parecem drones mas são criaturas incríveis e luminosas do fundo do mar




O vídeo acima, descobri no Facebook. Parecem drones mas são criaturas incríveis e luminosas que habitam o fundo do mar. Um show de imagens deslumbrantes. Medusas passeando pelas águas iluminando a escuridão. Um show da natureza que nos causa profunda surpresa.br /> Um ótimo material para trabalhar biologia e tecnologia.

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

A Evolução do Homem: didático e divertido curta-metragem de animação (2015)




O vídeo acima A Evolução do Homem, descobri no YouTube e trata-se de curta-metragem de animação de 2015, feito com a técnica do stop-motion a partir de massinha de modelar.
Uma forma divertida, criativa e didática de tratar da evolução humana, em pouco mais de um minuto.
Pequenas inserções audiovisuais é uma forma de dinamizar um conteúdo, com os mais variados públicos.
Este curta consegue dar conta de uma enormidade de transformações em poucas cenas, de uma forma simples e interessante. E é um exemplo de como com poucos recursos como massa de modelar, uma câmera e uma ideia é possível criar um poucos minutos um vídeo relevante.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Mãe criativa e a arte em toda parte: incrível castelo mágico feito com garrafas PET recicladas




O vídeo acima, encontrei na página Creative Mom no Facebook e é uma criativa forma de utilização de garrafas PET, reciclando-as para a elaboração de um belo castelo. O material utilizado, além das garrafas plásticas são tesoura, estilete, cola de silicone, papel laminado, pedaços de fio de luz para servir como armação para as torres do castelo. Depois tudo é coberto com massa de modelar e uma faca para fazer as aberturas de portas e janelas. Com um palito grande se tira os excessos da massa e com pincel e tinta colore tudo.
Por fim, uma espécie de fio metalizado e dourado é preso por baixo do castelo para dar a impressão de iluminação no interior do mesmo. E o resultado é belíssimo.
Reciclar ideias e materiais é um exemplo de criatividade. Um bom tema para uma oficina de reciclagem. Uma forma de unir arte e comunidade, pais e filhos, professores e alunos. E o meio ambiente agradece.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

O mundo em que vivemos: curta-metragem de animação para reflexão sobre o cotidiano tecnológico




O vídeo acima O mundo em que vivemos, descobri nos vídeos correlatos do YouTube enquanto procurava material audiovisual e é um contundente curta-metragem de animação de Steve Cutts, que desperta o senso crítico para o uso exagerado das tecnologias e das redes sociais no cotidiano.
Algo que lembra-me o antigo conto medieval do flautista de Hamelim, que com sua flauta tinha um poder hipnótico. Contratado pelas autoridades do povoado de Hamelin para acabar com a infestação de ratos, o misterioso flautista conduziu com sua música todos os ratos da cidade, levando-os para se afogarem no rio próximo. Como a cidade descumpriu sua parte no acordo, o flautista por vingança hipnotizou com sua flauta todas as crianças de Hamelin, levando-os para lugar desconhecido...
Já se tornou lugar-comum dizer que a tecnologia que aproxima quem está distante e afasta quem está próximo. Mais que isso, quem transita pelos locais públicos tem percebido que o lugar-comum se tornou a lógica comum dos lugares. E sem querer reproduzimos esse comportamento sem perceber, conectados a pessoas distantes e sem trocar palavras com que está fisicamente mais próximo de nós.
Quando o Pokemon GO foi lançado e se tornou febre mundial, aderi como pesquisador, observando as possibilidades educacionais do aplicativo. Acompanhei meu filho nas andanças pela cidade, por praças ruas e locais diversos à procura dos pokemons. A ideia era interessante: trabalhar com jogo, GPS e realidade virtual/aumentada. Entretanto uma tarde, na maior praça da cidade levei um susto ao ver uma multidão de cabeça baixo, olhando para suas telas e caminhando em bando, como zumbis do seriado The Walking Dead. A sensação foi desconfortável ao ver aqueles zumbis eletrônicos, muito similar as cenas do vídeo em questão.
Passado o espanto, passei à reflexão e descobri através de professores, formas de utilizar o aplicativo na educação. Algumas postagens estão neste blog educacional.
Mais do que uma crítica pela crítica, há que se reavaliar nossos procedimentos quando em grupo, usando as tecnologias, mídias e redes sociais para conectar pessoas, mas com o devido tempo para usar também tecnologias convencionais no cotidiano escolar, quando se pensa no papel do educador, que é formador não apenas de alunos mas de cidadãos crítico e autocríticos.
O mundo em que vivemos ainda não chegou a este ponto do apocalipse zumbi eletrônico, mas em alguns momentos parece seguir este rumo... Por isso o papel do professor de mostrar outros caminhos, outras possibilidade de trabalhar com jogos, com vídeos, com livros e outras tecnologias, além das digitais: livros, revistas, jogos, músicas etc.
Abaixo um vídeo sobre O Flautista de Hamelin, para uma reflexão complementar:



Recomendo também a versão da Disney para O Flautista Encantado:



quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Sinal das mãos: o trabalho em equipe de um quarteto fantástico




O vídeo acima Hands Sign (Sinal das mãos), descobri via Facebook de minha prima Juliana Roig Farias, de e trata-se de um incrível exercício de trabalho em equipe de um quarteto fantástico com uma coreografia extremamente criativa.
Uma metáfora justamente para os trabalhos em equipe, que precisam integrar a sincronia de movimentos com a sintonia dos integrantes do grupo, para então atingir o efeito desejado e diferenciado.
Não basta ter uma ideia criativa, há que se pensar no planejamento, testar as possibilidades para então colher os resultados...

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

"Um professor em contato com as crianças é obrigado a se repensar", por Miguel Arroyo (educação e sociedade)




O vídeo acima, Entrevista com Miguel Arroyo descobri via Twitter de Christiane Angelotti, editora do site educativo Para Educar, editora de livros de Literatura Infantojuvenil, Educação e Comunicação, residindo em São Paulo (SP), Brasil.
Miguel Arroyo é "Doutor em Educação pela Stanford University e professor emérito da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)", e fala nesta entrevista à plataforma Educação&Participação sobre a "vulnerabilidades e garantia de direitos, Paulo Freire, educação integral, pedagogia do corpo e sobre a importância da experiência e da formação continuada do professor para crianças e adolescentes".
Arroyo trata do processo de desumanização e a recuperação da humanidade roubada e diz que "Um professor em contato com as crianças é obrigado a se repensar". Com certeza repensar sua prática escolar, reinventar-se como educador diante de um mundo em transformação.
Segundo Arroyo: "Estamos em um momento em que a escola tem que pensar radicalmente sobre que infância e que adolescência estão chegando a ela […]. São os que historicamente não são reconhecidos como humanos, humanizáveis, educáveis? […] Temos que rever radicalmente esse paradigma de humano a ser educado e de inumano como ineducável [e adotar] outro paradigma pedagógico, que reconheça que são [todos] humanos, educáveis, humanizáveis, que são gente".
E completa: "O trabalho docente é um princípio educativo. Um professor em contato com essas crianças é obrigado a se repensar […] e é função da educação continuada criar espaços para que eles repensem sua formação inicial e confrontá-los com a realidade que estão vivendo".

Veja a íntegra da entrevista e o vídeo no portal Educação&Participação, link abaixo:

EDUCAÇÃO&PARTICIPAÇÃO

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Era uma vez uma escola e a fascinante aventura do aprender, poema por Andrea Ramal




O vídeo acima, Era uma vez uma escola, descobri na rede social e trata-se de poema e reflexão sobre uma escola diferente e a aventura de aprende, declamado por Andrea Ramal, educadora do Rio de Janeiro (RJ), Brasil.
Poema que valoriza o mestre que faz a diferença no cotidiano escolar.
Transformação, reinvenção, inovação, avaliação e autoavaliação, algumas características da escola ideal, da escola do futuro, que começa hoje, nesta "fascinante aventura que se chama aprender", conforme o verso que bem conclui este belo poema.
A arte e a cultura devem ser parte do fazer pedagógico. A poesia (seja em imagens, sons, gestos e palavras) deve fazer parte do dia a dia. O afeto, a atenção, a criticidade, a empatia, são elementos da grande magia do ensinar aprendendo e do aprender ensinando...
Aproveito a oportunidade para "linkar" a esta postagem um outro belo poema, que também descobri no Twitter da amiga Vanize Lemos, em uma linda declamação de Pedro Lamares, Quando vier a primavera, de Alberto Caeiro (um dos célebres heterônimos de Fernando: uma pessoa singular escrevendo no plural):



Que a primavera da educação sempre se renove a cada dia, a cada mês, a cada ano... Pois como escreveu o poeta: "Não tenho preferências para quando já não puder ter preferências./ O que for, quando for, é que será o que é". Aquele que for professor, quando for, será o que se é, digo eu, editor deste blog educacional. Ser educador não é algo que apenas se escolhe, é algo que se traz dentro de si.
Recomendo também outro lindíssimo poema de Alberto Caeiro/Fernando Pessoa, O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia, na voz de Ana Sousa Dias, link abaixo:

O TEJO É MAIS BELO QUE O RIO QUE CORRE PELA MINHA ALDEIA

Este poema de Caeiro traz versos significativos como: "O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia,/ Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia/ Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia". Que promove uma reflexão sobre a valorização da realidade local em comunicação a universalidade das imagens.

domingo, 11 de fevereiro de 2018

Nigeriana cultiva vegetais dentro de contêineres abandonados usando somente água e lâmpadas em cena que lembra Perdido em Marte




O vídeo acima Mulher cultiva vegetais dentro de containers abandonados na Nigéria usando apenas água e lâmpadas, descobri via Twitter do jornalista André Trigueiro e trata-se da cultura da #hidroponia ("...técnica de cultivar plantas sem solo, onde as raízes recebem uma solução nutritiva balanceada que contém água e todos os nutrientes essenciais ao desenvolvimento da planta"). A iniciativa é de Angel Adeleja, na cidade de Abuja, na Nigéria, que criou uma "fazenda" de containers para cultivo de vegetais, cena que lembra muito a do cinema, no filme Perdido em Marte, em que a personagem de Matt Damon, um astronauta, deixado para trás no planeta vermelho e deserto, começa a cultivar batata dentro de um módulo de sobrevivência. Abaixo, cena em que o astronauta cria água em Marte, antes de iniciar o cultivo:



Uma relevante iniciativa dessa fazendeira urbana que incentiva a outros jovens a fazerem o mesmo, naquele imenso depósito de contêineres abandonados, que passam a ter uma destinação altamente social. Um exemplo de educação ambiental.
Inovação é isso: transformar o antigo em algo novo, dando-lhe uma nova função até então inimaginável.
Recomendo o vídeo a seguir que desmistifica alguns efeitos visuais do filme Perdido em Marte e que indica um acerto do mesmo, justamente o cultivo de batatas:



Uma postagem para tratar conceitos de ciências em geral e de química em especial.

Não basta amar, tem que demonstrar: linda animação sobre a importância de dar atenção às crianças


O vídeo acima, foi indicação via Facebook da colega e amiga Josane Batalha Sobreira, educadora de Campinas (SP), Brasil e trata-se de curta-metragem de animação [que não pude identificar o nome] sobre a importância de ser dar mais atenção ás crianças.
Uma animação que nos faz refletir como educadores - sejamos pais ou professores - para o conhecimento de mundo de filhos e alunos de termos momentos de trocas, de acompanhar sua jornada, de incentivar o talento, a produção, de ter um tempo para que a criança e o jovem compartilhe conosco seus sonhos, descobertas e incertezas.
O vídeo mostra a história de um pai e sua filha, ela alegre e envolvida com mil atividades (música desenho, dança etc), ele mais sério e compenetrado com o trabalho e as atividades da casa...
Mas aquela apatia do pai se transforma, quando do show de talentos da escola, em que a filha literalmente dá um show inspirada pela presença do pai na plateia fotografando, filmando, reproduzindo a coreografia da menina. Sutilmente o curta deixa entender que, embora aparentemente afastado pelo trabalho, o pai percebia o cotidiano da filha, só não conseguia demonstrar isso em gestos mais efetivos. Estar junto não é apenas estar de corpo presente, precisa que a alma esteja conectada.
Não basta amar, tem que demonstrar, eis a lição que este belo curta nos proporciona. Da mesma forma, não basta ser um bom educador, repassando conteúdos, há que se ter empatia, valorizar as habilidades do alunado, promover a divulgação desses talentos para a comunidade escolar, através de mostras, festivais de vídeos, comunicação impressa e digital com a família por agendas, blogs, redes social etc.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Educação 3D: cego desde a infância, professor inova no ensino de Física a seus alunos




O vídeo acima, Cego desde a infância, professor da Unesp inova no ensino aos deficientes , descobri graças a um grupo no WhatsApp sobre Inclusão, administrado pela professora Cristiana de Barcellos Passinato, do Rio de Janeiro (RJ), Brasil e trata-se da relevante iniciativa do professor de Física Éder Pires de Camargo, da Unesp, em Ilha Solteira (SP), que também é cego desde a infância, que transforma o conteúdo convencional em algo literalmente 3D, palpável, em sua disciplina através de maquetes táteis e visuais tridimensionais que facilitam o ensino e a aprendizagem, tanto por alunos cegos como videntes, em vista da simplicidade do meio utilizado: material reciclado para moldes, maquetes e modelos.
Um exemplo de educador que se vale da própria experiência de vida para dinamizar suas aulas. Todos são favorecidos com aulas criativas como essa promovida pelo professor Éder, sejam seus alunos cegos ou videntes. Éder promove a dupla inclusão ao fazer junto com seus alunos a construção destas maquetes, pois muitos deles poderão ser futuros professores.
Mais que isso, a inclusão de manifesta pelo exercício de alteridade, de empatia com o outro.
Como o Educa Tube Brasil sempre destaca: a simplicidade dos projetos (sejam de vida, de trabalho ou estudo) é que permite sua continuidade. Principalmente por conta da possibilidade de sua replicação sem a necessidade de grandes recursos a ser empregados. Ser autêntico ao que se é e em que se acredita é o que permite, no seu devido tempo, a ampliação destes próprios projetos.
Abaixo, outra entrevista com o professor Éder, tratando do Ensino da Física:



Por fim, mais uma entrevista, no programa Ciência Sem Limites, sobre o Ensino de física para deficientes visuais e a experiência do professor Éder Pires de Camargo:



O professor Éder possui um site, denominado ENCINE - Ensino de Ciências e Inclusão Escolar, que pode ser acessado pelo link abaixo:

ENCINE - PORTAL EDUCACIONAL

O email do professor e pesquisador é: camargoep@dfq.feis.unesp.br

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Rima & Poesia: O Navio Negreiro, de Castro Alves, e a releitura do rapper Slim Rimografia junto ao grafite do Grupo Opni




O vídeo acima O Navio Negreiro é uma criativa releitura do poema de Castro Alves, feito pelo rapper Slim Rimografia e os grafites do Grupo Opni, unindo música, literatura, história e sociedade.
O RAP, ou Rhyme and Poetry (rima e poesia) busca justamente estas relações entre música e literatura, e transporto para o século XXI uma temática do século XIX, é uma ótima oportunidade para tratar de texto e contexto, história e memória, arte e cultura, cinema, educação e sociedade.
Abaixo, um pouco mais sobre este vídeo de Slim Rimografia:



Rap, conforme a Wikipedia: é um discursos rítmico, um "gênero de música popular, urbana, que consiste numa declamação rápida e ritmada de um texto, com alturas aproximadas".
Castro Alves foi um grande poeta brasileiro e um grande crítico da escravatura e um defensor da abolição da escravidão no Brasil, fazendo de sua arte um veículo de difusão de suas ideias. Diferente de Gonçalves Dias que, em sua poesia, escolheu o Índio como herói, Alves elegeu o negro, o escravo para discutir, criticar e refletir sobre a condição humana, os maus tratos, a injustiça social, em pleno Romantismo.
Abaixo, segue outro vídeo editado, a partir do mesmo poema O Navio Negreiro, com legendas dos versos e declamação do ator Paulo Autran; O vídeo em questão conta com imagens de filmes como Amistad, de Spielberg e outros vídeos como pano de fundo ilustrativo para a poesia.



terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

A história da professora de matemática que encontrou a solução perfeita para parar o bullying antes mesmo de começar




O vídeo acima "A professora de matemática encontrou a solução perfeita para parar o bullying antes de começar", descobri na rede social e trata-se da história de Kathy Pitt, educadora que resolveu, através de em levantamento de dados feito em 4 partes, pesquisar o comportamento de seus alunos e a partir das respostas, feitas de forma anônima, traçar um perfil dos alunos potencialmente sujeitos ao bullying. Uma metodologia incrível e relevante que previne o abuso e promover a interação e integração dos alunos solidários, que são o alvo principal do bullying na escola.
Justamente aqueles nomes que não eram selecionados, por dedução lógica, indicavam que havia uma exclusão por causa da reclusão, do afastamento do convívio com os demais, o que motivava também o bullying por aqueles que os consideravam alheios ao grupo.
Uma professora que vai além de seu papel social de transmitir conteúdo e procura contribuir para promoção das relações humanas na escola. Uma iniciativa de valor inestimável. Comovente e relevante, do ponto de vista pedagógico, social e humanitário. Uma brilhante ideia de utilizar o conhecimento matemático para descobrir esses padrões de comportamento, feita por quem tem sensibilidade e consegue interferir beneficamente em seu cotidiano.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Pai constrói para a filha uma incrível sequência de obstáculos que lembra cena clássica do cinema




O vídeo acima Dad Builds Daughter Obstacle Course, descobri no Facebook do amigo Fernando Luis, músico e poeta de Rio Grande (RS), Brasil e trata-se, como o nome indica de incrível sequência de obstáculos construídos por um pai para sua filha se divertir.
Atualmente muito se comenta sobre o sedentarismo das crianças diante dos jogos eletrônicos, TVs, smartphones e tablets. As crianças e jovens precisam desenvolver atividades físicas, não apenas na escola com tempo e horário definidos. A família deve propor saídas para caminhadas, corridas, passeio ao ar livre pois o sedentarismo leva à obesidade e outros problemas de saúde.
O que este pai fez é propor um jogo em 3D, nada eletrônico, mas que envolve diversos movimentos de alongamento e coordenação... Uma atividade que lembra cenas de filmes de aventuras. Na vida, se aprende desde cedo a superar obstáculos e essa menina é fantástica em sua alegria e agilidade. Imagine para uma criança ter o seu pai como um criativo inventor de suas brincadeiras! Algo inesquecível, com certeza. Lembro até hoje dos brinquedos que meu pai construía em madeira, das pipas que fazia para empinarmos no campo de futebol da pequena cidade onde morávamos. Memórias inestimáveis que guardamos para sempre...

domingo, 4 de fevereiro de 2018

YouTube Go no Brasil: app que permite baixar e assistir vídeos offline sem se preocupar com consumo de dados do celular




O vídeo acima YouTube Go no Brasil, descobri no Twitter, via o perfil do Redator Web. O aplicativo foi liberado no país e permite baixar, assistir e compartilhar vídeos diversos do YouTube (que considero uma pequena máquina do tempo, pela amplitude de material disponível). E o mais interessante: sem comprometer o consumo de dados de seu plano de telefonia, permitindo rever quantas vezes quiser este material, de forma offline.
Como declara matéria do Google Discovery: "Lançado em 2016, o YouTube Go tinha como foco os mercados emergentes, aqueles com problemas de infraestrutura e acesso restrito a redes de alta velocidade. No entanto, visando permitir que o serviço atinja novos tipos de públicos, o Google parece ter revisto sua ideia em relação ao produto".
Muitos professores adotam vídeos em seu fazer pedagógico, mas enfrentam muitas vezes justamente a questão da velocidade de conexão para assisti-los online e em tempo real com seus alunos. Muitos gostam de montar antecipadamente sua biblioteca digital de vídeos a serem utilizados durante o ano letivo. Tudo isso sempre esbarrou no problema da velocidade de conexão e do uso de consumo de dados, principalmente nas escolas da rede pública.
O aplicativo está disponível na loja virtual da Google Play e Play Store, disponível para sistema Android.
Abaixo, um link para postagem do canal TechTudo que comenta também essa iniciativa da Google, esclarecendo que nem todos os vídeos estão disponíveis para download e onde ficam salvos os referidos downloads, etc:

Como baixar vídeo do YouTube com aplicativo oficial do Google

Aquele educador/escola que tiver um Google ChromeCast, um adaptador que transformar TV Comum em SmarTV, poderá transferir a imagem da tela de seu celular para uma TV de tela plana, com entradas USB e HDMI em SmarTV, servindo como projetor do que é assistido no smartphone. Vejam vídeo abaixo:



Trabalho Interno: brilhante curta de animação sobre o equilíbrio cotidiano entre Razão e Emoção




O vídeo acima Trabalho Interno, foi indicação da colega e amiga Josane Batalha Sobreira, educadora de Campinas (SP), Brasil e trata-se de um brilhante e encantador curta-metragem de animação da Disney, feito em 2016, que discute as relações entre coração e mente razão e emoção, como feito no longa-metragem Divertidamente, em que as Emoções se tornam personagens. Um Trabalho Interno, o coração e a mente, a razão e a emoção travam um duelo diário, desde ás 6 horas da manhã, quando o despertador começa a tocar, e acompanha a vida do protagonista em seu cotidiano, entre o prazer e a obrigação.
Um ótimo material para debater sobre sonhos e realidade, sobre o fazer o que se gosta e o gostar do que se faz, e acima de tudo: em dar sentido à vida. A cena final, que lembra uma do comediante Jerry Lewis (vejam vídeo ao final desta postagem) fecha com chave de ouro essa animação digital que fala direto ao coração, sem esquecer de deixar claro que deve haver um diálogo sincero coma mente, pois nem tudo que desejamos podemos fazer. Entretanto quando sonhamos de olhos acordados, podemos tornar os sonhos realidade. Para isso é preciso que o coração e a mente estejam em sintonia e sincronia. No caso da cena de humor, em que Jerry Lewis transforma uma máquina de escrever (datilográfica. A animação remete a esta cena antológica do cinema.
O fazer e o lazer, o compromisso e o prazer podem andar de mãos dadas quando justamente fazemos o que gostamos e gostamos do que fazemos, seja no trabalho no estudo, no cotidiano. Descobrir nossa vocação, nossas habilidades e competências talvez seja o maior desafio para quem deseja uma vida equilibrada. Por mais que lá fora haja concorrência acirrada, quando se faz o que se gosta se dedica, pesquisa, se qualifica, as portas vão se abrindo. Mas que o Trabalho Externo nos dê oportunidades é preciso que primeiro resolvamos essa rivalidade interna entre o Coração e a Mente, alinhando-os a um caminho comum a ambos. Eis a grande lição que este pequeno vídeo me proporcionou e a breve reflexão que compartilho com os seguidores, visitantes e colaboradores deste blog educacional.



Abaixo, trailer do Trabalho Interno (2016), da Disney:



Ótimo material para o educador trabalhar com as linguagens do cinema, da música, da arte em geral, etc em seu cotidiano escolar.